SANEAMENTO BÁSICO, O FILME
Entrevista com Irene Brietzke
Quem é seu personagem?
Uma senhora pedagoga, provavelmente de Brasília, que vem para esta cidadezinha assistir o vídeo ecológico realizado pelos protagonistas. Ao contrário do que se imaginaria, ela fica encantada e decide indicá-lo ao Conselho Nacional de Educação para exibição em todas as escolas públicas do país.
Como você vê o seu personagem?
Com olhos de comediante: é uma mulher idiota, que, embora titulada e ocupando cargo de importância, não tem noção do que seja Educação, a ponto de considerar um vídeo péssimo como sendo uma obra genial.
O que orientou a sua preparação para viver o personagem?
Ela não chega a ser um personagem, não tem história pessoal, é um tipo - a professora idiota.
O que você espera de seu personagem?
Me divertir muito fazendo. Gosto de comédia e acho o roteiro excelente.
Como é ser dirigido por Jorge Furtado?
Muito legal. Ele é direto e objetivo na relação com o ator. Sabe exatamente o que quer de cada um, não deixa dúvidas no ar. Não é um diretor tenso, trabalha com bom humor, deixando o elenco à vontade.
Como foi o convite para trabalhar no filme? Conte essa história.
Bem normal, o Jorge ligou, convidou e eu aceitei sem ler o roteiro. Ele inspira este tipo de confiança.
Quais as contribuições que o ator traz para um roteiro escrito por Jorge Furtado?
O ator dá vida, dá corpo para o personagem que já está todo esquematizado no roteiro. No caso de um roteiro do Jorge, não tem que passar horas pensando e pesquisando, está tudo lá, prontinho.
O que acontece nos ensaios? Ensaio é só repassar o texto? Como é o processo?
No meu caso, foi uma conversa com o Jorge para definir como será esta senhora pedagoga, uma conversa simples e objetiva, bem como eu gosto.
Como descreveria a sua relação com o fazer cinema?
Eu gosto muito, me divirto, me empenho, mas sou uma principiante. Passei minha vida no teatro.
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